O Flamengo foi eliminado pelo Vasco da Gama, por 3×2, nas Semi-Finais da Taça Rio.
Mas não é com este estopim que tem que se preocupar o torcedor flamenguista. O Problema vai muito além. Hoje, apesar da leve superioridade do Vasco, qualquer um dos times poderia ter saído de campo com a vitória. Mesmo com Ronaldinho Gaúcho e Deivid apagados, Love e Leonardo Moura tiveram ótimas aparições, infernizando a zaga vascaína, fragilizada, quase débil, com a ausência de Dedé.
Três erros continuam a residir na Gávea e são os principais responsáveis pela eliminação precoce. Eliminações Precoces, claro. Pelas férias forçadas e adiantadas.
Joel Santana é o primeiro. Escolher Joel Santana para o cargo de treinador da sua equipe é como você, rapaz, pedir a mão da maior periguete da cidade em namoro. Você pode até simpatizar com ela, pode até ter um certo carinho, mas no final não vai dar certo, já que ela vai fazer alguma besteira. É da sua personalidade. Como é da personalidade de Joel Santana ser perdedor e retranqueiro.
Não aproveitou um time do Vasco visivelmente abalado, após o gol do Love, aos 3 minutos de partida. Ao invés de ir para cima e assombrar a fraca defessa adversária, Joel recuou o time. Na verdade o time recuou automaticamente, fruto da mentalidade imposta por Joel cotidianamente. Para o Flamengo de Joel não existe vencer por 2 gols de diferença. E a virada adversária é algo próximo do banal. Foi o que aconteceu, hoje, aliado a ótima partida do meio campo Felipe, que estava iluminado e ensinou o significado de eficiência para Ronaldinho Gaúcho, que é o segundo erro.
Ronaldinho é o líder do Grupo. É o agregador da meninada e um mal espelho para os seus companheiros de time. Irregular, cabulador de treinos, lento, apático, pouco eficiente, reclamão, caro e covarde. O Flamengo investe milhões num jogador que não conseguiu fazer meia dúzia de partidas boas. Uma excelente. Nenhuma mágica. O torcedor do Flamengo ainda espera essa magia. Aplaude qualquer enfiada certa de bola como se fosse a volta do dentuço aos áureos tempos. Tempo que não volta. E nem vai voltar. Podem acreditar.
O terceiro grande erro está na própria administração. E é um erro mais amplo. Uma administração que passa a mão na cabeça ao invés de punir. Uma administração torcedora e cegamente apaixonada (pouco profissional) que prefere esconder e jogar por debaixo dos panos as falhas e faltas de Ronaldinho e companhia. Uma administração que não sabe planejar, contratar, fiscalizar e efetuar. E que vai tentar angariar alguns milhões de reais para trazer o Adriano de volta.
Para aumentar ainda mais a bagunça.
Para que o 3 erros virem 7, para que eu posso fazer um trocadilho infame em algum post posterior.
Vasco, Parabéns!











